E ainda nada...

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Pessoal, infelizmente ainda não voltamos as nossas atividades por continuarmos sem internet. A SEDU esta tentando resolver o nosso problema, mas até o momento, não foi encontrado uma solução.

Estamos todos na expectativa e ansiosos para retomar nossas postagens, nossas aulas e as demais atividades que estavam planejadas...

A cada visita dos técnicos é uma esperança que surge e que logo é levada pela falta de internet... Queremos nos comunicar e continuar postando assuntos que para nós são importantes e que agora vemos que são compartilhados por muitos outros.

Já são mais de 12.000 acessos!!! Para nós é uma alegria!!!

Que a internet volte logo, para podermos voltar a nos comunicar com vocês...

Beijos

Equipe Campo Sustentável.

Notícia Quentinha!!!

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É isso aí turma!!!
Já conseguimos ganhar os equipamentos para a nossa rádio escola e em breve ela estará funcionando...

Fiquem ligados... O som e as notícias serão de arrasar!!!


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Agroecologia: Respeito à Terra

Por  Anna Elisa Nicolau dos Santos

Existem hoje vários conceitos sobre agroecologia. Tem gente que fala de agricultura orgânica, agricultura pura, agricultura biodinâmica. Mas a idéia da agroecologia é muito mais ampla. Além de falar da terra, de produção, fala de preservação de meio ambiente, de responsabilidade social e de responsabilidade econômica. Traz conceitos de respeito à vida em todas as suas formas. E é neste contexto que entra o respeito ao solo, considerado por algumas ramificações da agroecologia, como o maior organismo vivo do planeta. Considerado por outras, o próprio gerador da vida.

A agroecologia é um sistema de produção que procura imitar os processos como ocorrem na natureza, evitando romper o equilíbrio ecológico que dá a estabilidade aos ecossistemas naturais. É uma tradição fundada em conhecimentos praticados pela maioria das culturas antigas em todo o mundo e pelas comunidades que vivem em contato mais próximos com a natureza. O princípio fundamental da agroecologia é considerar a propriedade agrícola como um todo. É muito importante entender que deve haver interação entre todos os seres vivos. As plantas devem relacionar-se com os microrganismos que produzem nutrientes, com as minhocas que soltam o solo para que as raízes se desenvolvam, com os insetos que servem de alimento para os inimigos naturais. Nas propriedades em que se trabalha a agroecologia é muito normal ver todo o tipo de organismo como insetos, aranhas, lesmas, nematóides, bactérias, fungos e algas. Sabe-se que todos os seres possuem papel importante no equilíbrio deste ecossistema.

O engenheiro agrônomo Ricardo Schiavinato, proprietário da unidade agroecológica Fazenda Sula, no município de Serra Negra, a 150 km de São Paulo, costuma dar o seguinte exemplo: “O solo mais pobre do Brasil encontra-se na Amazônia e lá existe a maior floresta do mundo, com a maior biodiversidade, com a maior quantidade de plantas, insetos e animais possíveis. Como é que pode existir aquilo em um solo que é pobre? A realidade é a seguinte, a fertilidade do solo está relacionada ao que existe sobre ele, a biodiversidade, o equilíbrio do ecossistema. Isso é a vida do solo”.

No cultivo orgânico não basta eliminar o uso de agrotóxicos. Esta é somente a primeira medida para recuperar o equilíbrio biológico natural. O reequilíbrio do solo e a busca pela biodiversidade original são outros passos importantes que devem ser dados logo no início da modificação da propriedade. Felizmente a Natureza é tão poderosa que é capaz de regenerar-se quase que por completo em dois ou três anos de manejos adequados. E neste processo que o agricultor tem uma importantíssima participação: a assimilação dos conceitos orgânicos de responsabilidade social, econômica e ambiental. A organização, a cooperação e o trabalho em grupo também são necessidades básicas para a construção de uma propriedade agroecológica.

 Agrotóxicos: o veneno da Terra






Sabe-se que não existe a utilização de agrotóxicos numa mata inicial, numa floresta. Todos os processos microbiológicos que acontecem, as relações entre insetos, microrganismos, bactérias, fungos, entre as plantas e animais nunca tiveram a interferência de agroquímicos. Estes produtos só começaram a ser utilizados porque o homem retirou todo o equilíbrio do sistema que existia anteriormente. A falta do equilíbrio criou diferença nas relações, facilitando o aparecimento de pragas e doenças. Neste momento o homem passou a utilizar o agroquímico para tentar resolver um problema que já existia, um problema que deveria ser resolvido com o reequilíbrio do sistema. Surgiu um problema maior: quanto mais agroquímicos forem usados, mais desequilíbrio se cria. Surge um ciclo vicioso de problemas. O engenheiro agrônomo confirma este ciclo maléfico. “Infelizmente, no manejo convencional, os produtores acabam matando toda a vida do solo e a cada ano precisam utilizar mais insumos, por causa do desequilíbrio que causaram, e assim matam mais e mais a vida do solo. Os agricultores ficam dependentes dos agroquímicos, dos adubos químicos. É um processo que nunca acaba”. E o pior é que muitos dos pesticidas ainda utilizados no Brasil estão proibidos em vários países, devido às suas consequências nocivas para a saúde humana.

O Sistema de produção orgânica
Uma das principais preocupações da agricultura orgânica é com o solo. A manutenção da fertilidade do solo é feita com processos biológicos, que equilibram e harmonizam o ambiente. Os fertilizantes sintéticos, agrotóxicos e outros produtos químicos são eliminados por completo desta forma de produção. A agricultura orgânica utiliza somente insumos naturais renováveis. “Com relação à parte técnica de produção, na Fazenda Sula todas as práticas utilizadas são de conservação do solo. O solo sempre fica coberto, faz-se a rotação de culturas, e há grande preocupação com a qualidade de matéria orgânica viva”, diz. Os adubos orgânicos são feitos a partir da decomposição, por microorganismos, de palhas, estercos e outros resíduos. O resultado da utilização destes produtos aumenta a vida do solo e torna as plantas muito mais vigorosas.

A agricultura orgânica preserva sementes por muitos anos e impede o desaparecimento de espécies, pois incentiva as culturas mistas e fortalece o ecossistema. Assim, a fauna permanece em equilíbrio e todos os seres permanecem em harmonia, graças à não utilização de agrotóxicos. Uma planta que cresce em condições ideais, normalmente, é mais resistente aos variados eventos climáticos e biológicos que se sucedem. O cultivo pode até alimentar outros seres vivos sem se afetar exageradamente.

Agropecuária orgânica

Os alimentos de origem animal estão contaminados pela ação de antibióticos, hormônios e outros medicamentos que são aplicados na pecuária convencional, quer o animal esteja doente ou não. Este gado também se alimenta de pasto envenenado com insumos químicos, que tem efeito cumulativo nos animais e, conseqüentemente, nos homens que se alimentam da carne ou do leite.

Na Fazenda Sula, as atividades pecuárias também são desenvolvidas com o manejo orgânico. As vacas são tratadas com base no princípio de que a qualidade do solo é o fator determinante para a saúde do animal e para a produção de um alimento equilibrado em nutrientes. “Nossas vacas são criadas soltas, sem stress e recebem uma alimentação 100% natural, sem agrotóxicos, aditivos químicos, nem hormônios. Os bezerros são mantidos junto às mães, pois existe uma real preocupação com o lado afetivo do animal”, diz Ricardo. Neste rebanho de vacas girolandas – nascidas do cruzamento do gado holandês com o gado gir – o tratamento de saúde dispensa o uso de antibióticos, vermífugos, inseticidas e outras drogas, sendo unicamente utilizado o sistema homeopático, feito de forma preventiva. O leite orgânico é considerado muito mais puro e saudável. Benefícios: social, ambiental, econômico e da saúde.

A produção orgânica se sustenta em quatro grandes pilares. O primeiro é a questão ambiental, pois é um sistema produtivo que utiliza práticas de conservação e de preservação, de manejo e respeito à natureza. O segundo e o terceiro ponto são intimamente relacionados: a questão social e econômica. Hoje existe o problema de inchaço das metrópoles, ocasionado pelo êxodo rural. As pessoas saem do campo, chegam nas cidades e não arranjam um trabalho digno porque não estão preparadas. A agricultura orgânica inverte este processo, criando empregos. Como trabalha com diversidades, que são vários processos que acontecem, ao mesmo tempo, precisa de mais mão de obra.

Também seria utopia achar que é só oferecer trabalho ao homem no campo, sem considerar a questão econômica. Normalmente, nas propriedades orgânicas o trabalhador rural é parceiro no trabalho realizado na fazenda. Existem vários tipos de parceria: além de o trabalhador ter um salário fixo, pode ganhar um percentual da produção. Schiavinato explica que na Fazenda Sula o trabalho é feito num sistema de meação. “Cinquenta por cento do lucro da lavoura são divididos. O que eu dou? Dou a infraestrutura produtiva. O que ele me dá? O trabalho, a mão de obra. No final a gente divide todos os lucros”.

Outra questão importante está relacionada à saúde do trabalhador rural e dos consumidores. A agricultura orgânica ajuda a diminuir o envenenamento causado por agrotóxicos, situação que prejudica milhões de agricultores no mundo inteiro. Alimentos sem agroquímicos não causam problemas de saúde para quem os consome. “Os produtos orgânicos possuem, em média, 40% a mais de nutrientes do que os produtos convencionais”.

Vantagens do consumo de produtos agroecológicos

Existe um extenso debate sobre os preços dos produtos orgânicos, relacionando-os a questões técnicas como produtividade, custo de produção e oferta geral dos produtos. Daí a necessidade de se levantar algumas questões para reflexão: o alimento orgânico não é mais caro que o alimento convencional se for considerada, indiretamente, a redução das despesas com médicos e medicamentos, pois alimentos orgânicos não contêm substâncias tóxicas nocivas à saúde. É importante observar quantidade de nutrientes, vitaminas e sais minerais que os alimentos orgânicos possuem a mais do que os convencionais, além da garantia de não se consumir alimentos geneticamente modificados.

Ao optar por produtos orgânicos, as pequenas propriedades poderão manter-se sem assumir dívidas pela compra de defensivos tóxicos. Nos solos balanceados e fertilizados com adubos naturais, as plantas crescem mais saudáveis e mantém suas características originais, produzem alimentos mais nutritivos e saborosos. A agricultura orgânica não está apenas associada aos conceitos de saúde e qualidade de vida, mas também à distribuição de renda, justiça e democracia, além dos ganhos ambientais.

Educação Ambiental e Agroecologia

Além de comercializar seus produtos, a Fazenda Sula procura utilizar o sistema agroecológico para conscientizar as pessoas não só da importância de se consumir um alimento orgânico, mas também da necessidade vital de se preservar o meio ambiente e o ecossistema. Para isso, o proprietário da fazenda desenvolveu, a partir de 2002, o turismo rural. “Os visitantes têm uma aula de educação ambiental através da agricultura ecológica. Também oferecemos o turismo educativo, onde escolas podem desenvolver conteúdos e projetos associados às diversas disciplinas de seus planos de ensino”, diz o proprietário.

No projeto que é realizado com as escolas, se percebe a importância da interação com as crianças. “Nossa propriedade é cheia de passarinhos e muitas crianças não sabem o porquê o passarinho existe. Neste trabalho falamos sobre a importância da preservação da mata ciliar, dos mananciais e sobre a importância da biodiversidade. Porque foi na realidade a evolução da biodiversidade que fez surgir o homem. E isso que faz a gente continuar a ir para frente. As espécies estão em evolução e a cada momento que matamos uma espécie, a gente está matando o nosso futuro”.

Ricardo Schiavinato, que também desenvolve trabalhos de consultoria para produtores que desejam praticar agricultura orgânica, destaca a importância da agroecologia. “Na realidade, o que se precisa é de mudança de comportamento. Por isso que a agroecologia e educação ambiental estão intimamente relacionadas. Nós podemos falar da agroecologia de outra forma: como o uso racional de embalagens ou coleta seletiva, por exemplo. Quando falo de agroecologia falo de mudança. Mudança na cabeça do ser humano”.

Fonte: Revista OnLine EcoTerra Brasil

(Nota: para ler a matéria completa, favor acessar: www.ecoterrabrasil.com.br


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Amigos,

Infelizmente estamos com problemas com o servidor e as nossas atividades encontram-se suspensas...

Esperamos voltar o mais preve possível...

UMA HORA VOLTA PRA VOCÊ...

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Um trabalho realizado com carinho e dedicação, pelos alunos do 9º ano. Uma experiência nova e motivadora, para se aplicar os conhecimentos aprendidos pelos alunos. Uma oportunidade, para que eles mostrem o que sabem e como podem transmitir e compartilhar com as demais pessoas seus ideais.

Vamos cuidar do nosso meio ambiente!!!

PRESERVE O MEIO AMBIENTE...

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Esta animação foi criada com base nos conhecimentos e roteiro elaborado e desenvolvido pelos alunos do 9º ano do CEIER.

Vale a pena acessar!!!

Curta esta animação e dê a sua opinião...

LUGAR DE LIXO É NO LIXO!!!

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CONSUMO SUSTENTÁVEL

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O crescente consumo de energia, água, minerais e elementos da biodiversidade vêm causando sérios problemas ambientais, como a poluição da água e do ar, a contaminação e o desgaste do solo, o desaparecimento de espécies animais e vegetais e as mudanças climáticas.
 A abundância dos bens de consumo, um símbolo do sucesso das economias capitalistas modernas, vista por uma conotação negativa, dá origem ao consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas, onde os bens, em todas as culturas, funcionam como manifestação concreta dos valores e da posição social de seus usuários. Podemos chamar de consumismo a expansão da cultura do “ter” em detrimento da cultura do “ser”.
O termo sociedade de consumo é uma das inúmeras tentativas de compreensão das mudanças que vêm ocorrendo nas sociedades contemporâneas. Refere-se à importância que o consumo tem ganhado na formação e fortalecimento das nossas identidades e na construção das relações sociais. A felicidade e a qualidade de vida têm sido cada vez mais associadas e reduzidas às conquistas materiais, fato preocupante já que, em suas atividades de consumo, os indivíduos acabam agindo centrados em si mesmos, sem se preocupar com as conseqüências de suas escolhas. O cidadão é reduzido ao papel de consumidor, sendo cobrado por uma espécie de “obrigação moral e cívica de consumir”.
Assim, torna-se claro a percepção de que os atuais padrões de consumo estão nas raízes da crise ambiental, sendo a crítica ao consumismo um apoio para a construção de uma sociedade mais sustentável.
A construção da sustentabilidade não depende apenas da maneira como utilizamos os recursos naturais para produzir os bens e serviços da vida moderna. Depende também da maneira como os consumimos.
Consumo Sustentável quer dizer saber usar os recursos naturais para satisfazer as nossas necessidades, sem comprometer as necessidades e aspirações das gerações futuras. Ou seja, “saber usar para nunca faltar”.
Esta proposta se propõe a ser mais ampla que as anteriores, pois além das inovações tecnológicas e das mudanças nas escolhas individuais de consumo, enfatiza ações coletivas e mudanças políticas, econômicas e institucionais para fazer com que os padrões e os níveis de consumo se tornem mais sustentáveis. Mais do que uma estratégia de ação a ser implementada pelos consumidores, consumo sustentável é uma meta a ser atingida.
Temos que ter em mente, que só existe uma terra, e que todos dependemos dela para viver. O modo de vida correto é aquele que não gasta mais do que a natureza pode repor. Consumir sustentavelmente é um compromisso de todos nós.
 DICAS UTÉIS:
ü  Desligue sempre a luz dos compartimentos que estiverem desocupados.
ü  Utilize a iluminação natural para poupar eletricidade.
ü  Aproveite a água da chuva para regar ou lavar o carro.
ü  Reutilize, sempre que possível, parte da água que usa.
ü  Evite o desperdício de água potável.
ü  Nunca jogue detritos pela janela do automóvel.
ü  Ande a pé (ou bicicleta, patins, etc.) sempre que possível. Você estará fazendo exercício físico e protegendo o ambiente ao mesmo tempo.
ü  Reaproveite o que for possível e separe o lixo.
ü  Doe as roupas, livros, brinquedos e outros bens que já não usa, mas ainda estão em bom estado.
ü  Habitue-se a pensar no que irá acontecer ao que comprou quando já não lhe interessar.
 Comece a mudança por você!!!
Bibliografia utilizada:
 ü  CONSUMO SUSTENTÁVEL: Manual de educação. Brasília: Consumers International/ MMA/ MEC/ IDEC, 2005. 160 p.
ü  DECO. Guia de consumo sustentável.

OBS: Matéria apresentada no programa de rádio pelos alunos participantes do Projeto Campo Sustentável.


VÍDEO DA AULA REALIZADA NO DIA 04/05/11 - Muito Legal!!!

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Uma atividade que agradou a todos.

Vale a pena você assistir!!!

PLANO DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS (PAA)

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Os Alimentos da Agricultura Familiar no Combate à Fome
O Programa de Aquisição de Alimentos é uma das ações do Fome Zero, cujo objetivo é:
 Ø  Garantir o acesso aos alimentos em quantidade, qualidade e regularidade necessárias às pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, sob a perspectiva do direito humano à alimentação adequada;
Ø  Promover a inclusão social no campo por meio do fortalecimento da agricultura familiar;
Ø  Promover o abastecimento institucional com alimentos, que compreende as compras governamentais de gêneros alimentícios para fins diversos incluídos a alimentação escolar e constituir estoques estratégicos de alimentos produzidos pela agricultura familiar.
O Programa adquire alimentos, com isenção de licitação, por preços de referência que não podem ser superiores nem inferiores aos praticados nos mercados regionais, até os limites estabelecidos pelo Decreto nº 6.447 ao ano por agricultor familiar que se enquadre no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – PRONAF, exceto na modalidade Incentivo à Produção e Consumo do Leite, cujo limite é semestral.

Os alimentos adquiridos pelo Programa são destinados às pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, atendidas por programas sociais locais e demais cidadãos em situação de risco alimentar, como indígenas, quilombolas, acampados da reforma agrária e atingidos por barragens. Os alimentos adquiridos são destinados também para composição dos estoques estratégicos do Governo Federal.
O PAA começou ser trabalhado no município de Vila Pavão em janeiro de 2009, através do MPA. De início, participaram do programa, 13 produtores que trabalham em regime familiar que estavam envolvidos e participando do MPA. O programa durou 12 meses e foram entregues para as entidades e associação de moradores do município de Vila Pavão 16 toneladas de produtos, tais como: mandioca, batata doce, abóbora, banana da terra, feijão, laranja, coco, inhame, entre outros, totalizando um montante de R$ 13.381,00 que entraram no bolso dos produtores que participaram do programa.
Em 2010, através do MPA foi apresentada a Conab uma proposta de mais de R$ 80.000,00 com a participação de mais de 20 produtores, cujo objetivo maior é promover a inclusão social no campo por meio do fortalecimento da agricultura familiar.


Para quem quiser obter mais informações acessar o site da Conab: WWW.conab.com.br.

Participe você também!!!

NOSSA TURMA!!!

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O trabalho do educador, do professor tornado educador, é esse trabalho de interpretação do mundo, para que um dia este mundo não nos trate mais como objetos e para que sejamos povoadores do mundo...”

Milton Santos

Vivemos em mundo tecnológico, onde a Informática não pode ser vista como simplesmente “mais uma tecnologia”, e sim, uma “nova tecnologia” que oferece transformação pessoal e favorece a formação tecnológica necessária para o futuro profissional na sociedade. Devemos entendê-la não como uma ferramenta neutra que usamos simplesmente para apresentar um conteúdo, mas que a usamos para obter conhecimento.

A informática vem adquirindo cada vez mais importância na vida das pessoas, a cada dia que passa. Sua utilização já é vista como instrumento de aprendizagem e sua ação no meio social vêm aumentando de forma rápida entre as pessoas. Cresce o número de famílias que possuem em suas residências um computador.

Desta forma, a tecnologia esta cada vez mais presente na vida das pessoas, o computador deixou de ter como usuário somente as pessoas dos centros urbanos e passou a ser usado também nas zonas rurais por pequenos agricultores, pessoas de melhor idade, como uma atividade lúdica e econômica.

Balbinotti (2003) atenta para o fato de que os adultos maduros de hoje estão construindo uma identidade própria, com outro perfil, que inclui continuar atuante, realizando projetos, lutando pela manutenção da sua auto-estima. São pessoas que, num mundo atual e globalizado, pretendem não estar à margem do processo como um todo.
 
Para essa população saudável e disponível a novos aprendizados, a informática pode ser um instrumento de autonomia, criando um elo de ligação intergeracional, através da linguagem, da troca de informação e da formação de uma rede de relacionamentos.

Na alfabetização digital, o contexto sócio-econômico das pessoas não é igual, mas o acesso ao uso das tecnologias de informação e comunicação, independente de classe social ou localização geográfica, é muito importante para democratizar o acesso ao conhecimento para aqueles que hoje estão excluídos deste processo de aquisição de conhecimento, muito importante também que as pessoas sejam informadas de como utilizar-se dessas tecnologias favoravelmente, representando um avanço social e cultural significativo.

Nota-se muitas vezes que ainda a realidade é outra, e a população do campo (Zona rural), ainda encontram-se muitas vezes, sem infraestrutura adequada para proporcionar o uso e acesso a internet.

Acredita-se que a inclusão digital para as pessoas residentes no campo, pequenos agricultores familiares, pessoas maduras e muitos da terceira idade fazem parte de uma inclusão social também, pois vivemos na era digital onde tudo esta relacionado a tecnologia, a admissão do indivíduo na sociedade digital, mediante a capacidade de utilizar, interagir e interpretar as diversas mídias usualmente utilizadas pela informática é fundamental em nosso mundo atual.

Assim um dos objetivos do Projeto “Campo Sustentável é incluir estas pessoas em uma sociedade globalizada onde todos têm acesso ao conhecimento, a informação, sendo que esta “Inclusão Social” vem democratizar o acesso ao conhecimento que na atualidade muitos não participam deste processo de aquisição de conhecimento, através do Curso de Capacitação em Informática.

O Curso de Capacitação em Informática é oferecido pelo CEIER de Vila Pavão, para os pais e familiares de seus alunos, em sua maioria pequenos agricultores familiares com o intuito de proporcionar maior conhecimento e troca deste, sobre diversos assuntos, principalmente aqueles ligados ao campo (agropecuária, agroecologia, orgânicos e etc).

O fato de escolher esse público deve-se ao fato da busca da melhoria da qualidade de vida, através da procura de informações e inserção em programas que estão beneficiando as famílias e melhorando sua produção, economia e porque não, sua auto-estima, preservando suas características individuais diversas.

São os próprios alunos que ensinam aos seus pais e familiares. Há um vínculo entre instrutor (neste caso o aluno) e aluno (neste caso seus pais e familiares) que proporciona claramente um aprendizado prazeroso, agradável e sem cobranças.

Difícil é encontrar não somente uma criança, mais um adulto que nunca tenha usado um computador e que não fique fascinado ao entrar em contato com um.

Quando se aprende a lidar com o computador novos horizontes se abrem na vida do usuário.

PROJETO CAMPO SUSTENTÁVEL

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Giselly Gazoli

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Giselly Gazoli é uma das alunas do CEIER e monitora do Curso de Capacitação em Informática. Nas horas de intervalo ela encanta à todos com a sua voz incrível e simpatia.

Acesse o vídeo e conheça você também!!!

Esta menina vai longe...

A IMPORTÂNCIA DO SMS

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QUALIDADE DO PASTO

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Na pecuária de pequenos e grandes ruminantes, uma boa criação começa com um bom pasto. Quem cria animais que dependem, em grande parte, de uma boa oferta de volumoso, sabe que é a partir dele que se realiza toda a base para um bom sistema de manejo, seja ele sanitário reprodutivo ou alimentar.



Um bom pasto valoriza o trabalho de criação e a propriedade.
Se o ditado diz: “dinheiro não nasce em árvore”, para um bom criador dinheiro nasce até no chão... Isso se pensarmos num pasto bem cuidado, bem conservado e de boa qualidade nutricional.
Segundo o Ministério da Agricultura, a área de pastagem com espécies cultivadas no Brasil está em torno de 115 milhões de hectares, destacando-se nesta categoria, a predominância de capim Brachiaria, enquanto a área com pastagem nativa é de 144 milhões, onde predominam centenas de espécies originais.
Investir no pasto é tão importante como investir em qualquer outra atividade dentro da criação, e mais uma vez, a observação de critérios técnicos é o segredo, pois o custo de refazer um trabalho mal conduzido nesta área é muito alto.
Alguns outros pontos são importantes mencionar, como as cercas elétricas, que ajudam a melhorar o aproveitamento da pastagem, propiciando faixas de pastejos mais eficientes para o rebanho, e o investimento em máquinas, como roçadeiras e implementos específicos, que tornam o trabalho menos cansativo e custoso em termos de mão-de-obra.
Dicas
Essas dicas podem (e devem) ser seguidas em qualquer circunstância. É claro que um bom manejo da pastagem depende de muitos outros fatores, e a ajuda de um profissional capacitado é indispensável para o sucesso do empreendimento:

1 – Realizar uma análise de solo bem feita: nada pode ser feito sem este procedimento, pois a partir do estudo da composição química e física do solo será possível definir que tipo de correção deverá ser realizada para que seja possível um plantio bem sucedido.
 2 – Reformar ou recuperar? A análise do solo, adicionada de um cálculo de custo X benefício, irão decidir o que é viável fazer na área. Aí entram inclusive custos de obras de engenharia, como o nivelamento do solo e a correção de erosões e proteção de mananciais, que são obras mais custosas, mas que devem ser programadas para se pagarem no médio prazo.

3 – Estruturar um projeto: não é interessante realizar ações pontuais, pois uma pastagem bem planejada envolve uma série grande e coordenada de ações. Um ponto fundamental é definir que tipo de manejo será possível para a área, se ele será rotacionável ou não, se é aplicável um sistema “voisin”, se será produzido feno, enfim... Como ele entrará na estrutura produtiva, quais serão as cultivares adotadas e se será possível utilizar um sistema de irrigação.

4 – Fase operacional: consiste nas ações de preparação e conservação do solo, adubação e plantio das mudas ou das sementes. É importante dar atenção especial à erradicação de outras espécies indesejadas. Esta é a fase mais trabalhosa, e onde os custos podem ser elevados.

5 – Fase de utilização: é necessário respeitar a capacidade de lotação do pasto, e as alturas de entrada e saída dos lotes. Também é importante realizar a manutenção periódica do terreno e da área verde disponível, pois o pasto interage de forma muito efetiva com o rebanho.
Bibliografia consultada:

MOMENTO MARCANTE - DEPOIMENTO DE PAI E FILHA

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Momentos do Programa de Rádio

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Depoimento

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A importância de uma alimentação equilibrada.

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A alimentação é uma preocupação constante na rotina das pessoas. Seja para obter um estilo de vida saudável, seja para perder peso, melhorar a saúde ou, simplesmente, satisfazer uma necessidade fisiológica, comer é sempre bom. Uma nutrição adequada é capaz de diminuir o estresse, ansiedade e  a irritabilidade, além de facilitar o controle de peso e do humor. Auxilia também no combate a diversas doenças, torna seu tratamento mais eficaz e favorece o paciente com uma recuperação mais rápida. Igualmente, pode promover melhora no rendimento de esportistas, potencializarem o desenvolvimento físico e cognitivo de crianças e adolescentes, contribuir para uma gestação plena e saudável e lidar com as alterações naturais do envelhecimento.
Os especialistas alertam que quem faz uma boa refeição ao acordar consome mais vitaminas e minerais, menos gorduras e ainda têm benefícios extras: controlam melhor o peso, têm maior capacidade de aprendizado e diminuem o risco de doenças cardíacas, por causa do baixo consumo de colesterol.. Para abrir o cardápio, uma fruta, leite ou derivados (iogurte, queijo branco e manteiga, de forma moderada), torradas, pães e cereais matinais.
"Quanto mais saudáveis forem às alternativas, melhor”. Saber dosar bem os ingredientes de uma refeição, buscando a variedade, tem bons resultados. 

É assim que nossos alunos vêem o Projeto Campo Sustentável

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